Mosteiro da Santa Cruz

Mosteiro beneditino tradicional em Nova Friburgo/RJ

BOLETIM DA SANTA CRUZ

JULHO DE 2020 – Nº 55

 

Caríssimos amigos e benfeitores,

 

Na grave e incerta situação em que se encontra o mundo, é necessário voltar nossos olhares para a Revelação, da qual a Santa Igreja tem a guarda. Aí estará sempre a luz de que necessitamos para nos conduzir neste vale de lágrimas.

Vejamos em poucas linhas o que é próprio dos tempos que precedem a grande provação de que falam os profetas. Para nos guiar, tomemos os escritos do Rev. Pe. Emmanuel André, cuja ciência, piedade e fé foram louvados por inúmeros sacerdotes e bispos, inclusive Dom Lefebvre, que fez o prefácio de uma das edições de seu livro “O Drama do Fim dos Tempos”.

O mundo só conhecerá o Anticristo após certos acontecimentos, entre os quais, a apostasia e a remoção de um misterioso obstáculo, do qual fala São Paulo, que impede a aparição do Anticristo e que os Padres da Igreja identificaram com o Império Romano. Enquanto subsistisse o Império Romano, o Anticristo não apareceria. Mas o Império Romano desapareceu e o Anticristo não fez seu advento entre nós. Enganaram-se os Padres da Igreja? Não, diz o Padre Emmanuel. O que fazia o Império Romano as nações católicas continuaram a fazer. O grande obstáculo que impedia a aparição do Anticristo eram as nações católicas. A apostasia oficial das nações católicas marcará a hora do homem de pecado, pois essas nações deixarão de ser católicas e de se opor ao Anticristo.

Ainda sobre a apostasia, eis o que diz o Padre Emmanuel:

“De que apostasia fala São Paulo?  Não se trata de uma defecção parcial; ele diz de uma maneira absoluta, a apostasia. Só se pode entender a apostasia em massa das sociedades cristãs, que socialmente e civilmente renegarão seu batismo; a defecção dessas nações que Jesus Cristo, segundo a enérgica expressão de São Paulo, tornou membros do corpo de sua Igreja (Ef III, 6). Somente esta apostasia tornará possível a manifestação e a dominação do inimigo pessoal de Jesus Cristo, em uma palavra, o Anticristo.”

Recomendamos vivamente a leitura deste livro, “O Drama do Fim dos Tempos”, do Pe. Emmanuel. Há nessas páginas grandes ensinamentos e grandes consolações. Que nossos leitores aí encontrem um e outro.

Que Nossa Senhora de Fátima estenda seu manto sobre nossos leitores e os proteja abrigando-os no Seu Imaculado Coração nestes tempos em que o inferno parece se preparar para uma investida final contra a Santa Igreja.

 

 

† Tomás de Aquino

 

Doutrina

 

Voltemos ainda nossa atenção para o Anticristo, já que os tempos modernos nos parecem ser uma preparação (próxima ou longínqua) de sua vinda.

Nos tempos em que vivemos surge então a pergunta: o Anticristo está perto?

Para responder, lembremo-nos que São Pio X pensou que, já no seu tempo, era de se indagar se o homem de pecado já não estaria entre nós.

E por que São Pio X pensava assim? Por causa dos sinais que anunciam o Anticristo, dentre os quais o mais decisivo parece ser a apostasia das nações católicas, apostasia que é obra da maçonaria, cuja doutrina nega todo dogma, toda revelação e, portanto, nega que a religião católica seja a verdadeira, a única. Daí o apoio dado pela maçonaria aos erros do Concílio Vaticano II: colegialidade, liberdade religiosa e ecumenismo.

Diante das nações ele (o Anticristo) se apresentará primeiro como um amigo de todas as religiões, como o Papa Francisco, aliás. Escutemos o Padre Emmanuel André:

“É muito crível também que o Anticristo disporá, para subir, de todos os partidários das falsas religiões. Ele se anunciará como cheio de respeito pela liberdade dos cultos, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta. Nada impede que o mundo muçulmano aceite o falso messias dos judeus como um novo Maomé.

“O que sabemos? Talvez irá até dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isto não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com Buda e Maomé, em não sei que panteão de falsos deuses!”

Eis aí o atual ecumenismo. Depois o Anticristo mudará de tática: abolirá todas as religiões e se fará adorar como Deus. Mas a Igreja Católica subsistirá pela graça de Deus. E desde já ela subsiste combatendo o ecumenismo do Vaticano II, de João Paulo II, de Bento XVI e do Papa Francisco.

Continuaremos, sobre este assunto, convictos de que ele encerra, como diz o Padre Emmanuel André, grandes ensinamentos e grandes consolações.

 

Crônica

 

Ano de 2019

 

Dezembro

 

22 – Batizado de Vicente Pinto, filho de Sr. Edivaldo Pinto e da Srª. Letícia Pinto. O batismo deu-se na festa de São Flaviano, Mártir, e teve como padrinhos o Sr. Carlos Bezerra e a Srª. Eliane Bezerra.

 

Ano de 2020

 

Fevereiro

 

11 – Batizado de Bernadette Maria de Sousa, filha do Sr. Getúlio de Sousa e da Srª. Maiane de Sousa. O batismo deu-se na Festa de Nossa Senhora de Lourdes e teve como padrinhos o Sr. Pedro Monteiro e a Srª. Nilce Monteiro.

23 – Chegada do Sr. Paulo Jocimar Gerei para iniciar uma vida de postulante em nosso mosteiro.

 

Abril

 

14 – Chegada do Reverendo Padre Tarcísio, da comunidade religiosa “saletianos”.

19 – Conferência do Pe. Tarcísio. Por volta das 18h00, logo após a bênção do Santíssimo, o padre prestigiou a todos com uma conferência na qual narrou o caminho que percorreu até chegar à Tradição, e por fim, à Resistência. O Pe. Tarcísio nos provou, mais uma vez, como a graça de Deus pode chegar a todo lugar, a todas as almas. E como é fundamental buscar a verdade e nela manter-se firmemente.

 

Maio

 

1 – Batizado de Heloísa Monteiro, filha do Sr. Reginaldo Monteiro e da Srª. Yara do Couto. O batismo deu-se na festa de São José Operário e os padrinhos foram o Sr. Getúlio de Sousa e a Srª. Maiane de Sousa.

 

2 – Chegada do Seminarista Deivid Nass, do Seminário São Luís Maria Grignion de Montfort, de Dom Faure, na França.

2 – Ordenação sob condição do Rev. Padre Tarcísio.

3 – Festa da Invenção da Santa Cruz e primeira missa do Pe. Tarcísio após o recebimento da ordenação sob condição.

4 – Grande Passeio dos monges, como ocorre anualmente, mas neste dia uniram-se a eles alguns fiéis (pais de famílias da Resistência com seus filhos) para esta grande recreação dos religiosos. Iniciou-se pela manhã, logo após a missa, indo até ao entardecer, finalizando com o futebol.

4 – Partida do Rev. Padre Tarcísio para São Paulo levando consigo o Sr. Maciel, que generosamente estivera-nos ajudando durante vários meses, de maneira particular, na ornamentação das cerimônias litúrgicas e na escolinha. Ele tentará, doravante, viver uma vida de “saletiano”.

7 – Este dia sensibilizou a todos os fiéis do mosteiro. Faleceu Dona Maria Tereza Ferreira da Costa, a nossa querida “Vó”, mãe de Dom Prior. No mesmo dia da notícia, o corpo chegou ao mosteiro, no início da tarde, e logo houve uma missa de corpo presente nesse dia, às 16h00. Todos os fiéis compareceram à missa e velaram o corpo dessa tão amável senhora que tanto contribuiu, por seus ensinamentos, conselhos, cultura, aulas de literatura e inglês, com cada um daqueles que puderam, pela graça de Deus, participar da sua vida.

8 – Às 11h00 deste dia, uma sexta-feira, iniciou-se a missa de corpo presente, que foi seguida do enterro da mãe de Dom Tomás de Aquino, Dona Tereza (Vó). A missa contou com a presença dos monges, familiares, fiéis do mosteiro, amigos da família e até de pessoas de outras cidades, as quais vieram dar o seu adeus à Vó Tereza e um pouco de consolo aos familiares pela perda desta amiga de todos que foi a Vó. A missa ocorreu no galpão, devido à quantidade de pessoas. O sermão – traçando os passos de Dona Tereza nos seus 96 anos de vida – foi feito por seu filho, Dom Tomás de Aquino, que ela batizara de Miguel. Terminada a missa, todos se aproximaram do caixão para se despedir da Dona Tereza, que, sem dúvida, deixou muitas saudades. Após isso, seguiu-se o cortejo fúnebre até o cemitério nas dependências do mosteiro beneditino, ordem da qual a Dona Tereza fora oblata fiel. Há quem diga que não pode haver beleza num enterro, mas nesse, em particular, houve algo de belo. Todos acompanharam o seu corpo, rezando o terço e cantando piedosamente; os seus netos levaram o caixão, abriram a sepultura, arrumaram o local, levaram as flores, e por fim, despediram-se da bela vida que Dona Tereza levara! Que ela descanse em paz!

9 – Chegada do Sr. Maurício Donati e da Srª. Kelly Donati, de Salvador – BA. O casal veio também para melhor conhecer a comunidade, onde futuramente pretende morar.

12 – Chegada do seminarista Daniel Duarte, do Seminário São Luís Maria Grignion de Montfort, de Dom Faure, na França.

13 – Neste dia tão belo, festa de Nossa Senhora de Fátima, ocorreu a missa de sétimo dia da Dona Tereza, a Vó. Todos compareceram para rezar ainda mais por essa alma tão querida.

21 – Conferência de Dom Tomás de Aquino sobre a situação atual da Igreja Conciliar, os posicionamentos do Papa Francisco e a posição atual da Fraternidade Sacerdotal São Pio X acerca dos casamentos.

24 – Conferência com Dom Tomás de Aquino sobre os hábitos e as virtudes.

30 – Coroação de Nossa Senhora Rainha do Céu e da Terra realizada pelos alunos do Colégio São Bento e Santa Escolástica, na festa da Vigília de Pentecostes. Infelizmente neste dia não foi possível realizar a peregrinação da vigília de Pentecostes, como é de costume, devido à situação atual provocada pelo covid-19.

31 – Solenidade de Pentecostes – Realização de crismas de alguns fiéis do Mosteiro da Santa Cruz, feitas por S. Ex.ª Revma. Dom Tomás de Aquino.

 

Junho

 

5 – Exposição do Santíssimo Sacramento para que monges e fiéis pudessem adorar Nosso Senhor e receber a Sua bênção na primeira sexta-feira do mês.

11 – Solenidade de Corpus Christi com santa missa seguida de procissão e finalizada com a bênção do Santíssimo Sacramento.

11 – Falecimento do Sr. Ronald Ferreira da Costa, pai de Dom Anjo. Nossas condolências aos familiares e orações pela alma daquele que foi pai de um monge exemplar.

13 – Festividade de Santo Antônio de Pádua. Missa na Capela São Miguel e Santo Antônio, seguida da entrega dos pães bentos.

 

O Comunismo

 

Há uma certa confusão entre as pessoas acerca da natureza mesma do comunismo e, consequentemente, de uma boa definição sua, e isso porque, neste assunto, confundem-se os meios – pelos quais se busca a consumação do comunismo – com os fins deste ou o com o próprio comunismo, posto que este é mais uma ideia ou doutrina do que propriamente uma realidade objetiva. E como tal, pode-se dizer que há comunistas, em certo sentido, mais pelo que aspiram do que pela sua vida prática. Da mesma forma, pode-se dizer também que há governos comunistas mais pelo que têm de ideologia do que propriamente pelo que têm de efetivo, enquanto realidade política. Em outras palavras: aquilo que se toma como comunismo tendo como referência a URSS, a China, Cuba, a Coréia do Norte, etc., em realidade, é o que se pode chamar mais propriamente de socialismo real, ou seja, um modelo efetivo de Estado cujo viés vital é a economia planificada e o controle dos bens e meios de produção bem como da vida social posta como um todo orgânico a serviço desse mesmo Estado.

Ocorre que, para a mentalidade comunista, haveria sempre um período intermediário entre o fim da opressão liberal capitalista e o comunismo, uma transição necessária, mas que, em realidade, nunca se efetiva. Ou seja, o socialismo real nunca se torna o socialismo ideal, assim como a democracia moderna real nunca chega ao seu fim, que seria a democracia ideal. Por isso, pode-se bem dizer que ambos os sistemas, socialista ou demo-liberal, visam ao mesmo fim ou utopia comunista.

Mas o que seria então o comunismo? Em síntese, podemos defini-lo como a manifestação da velha tentação dos homens de querer reestabelecer na terra, pelas suas próprias forças naturais, o paraíso perdido, a idade de ouro, o jardim do Éden. Para isso os socialismos vão valer-se de diversos sistemas, e haverá os utópicos, os científicos, os positivistas, os socialdemocratas, os anarquistas, etc.

Enquanto caminham com os olhos fixos no futuro quimérico, pisam os cadáveres de suas vítimas, como admitiu o pretenso historiador comunista (e esses são sempre os mais perigosos), Eric Hobsbawm, em 1994, durante uma entrevista à BBC a Michael Ignatieff, onde ele afirma que o grande terror de Stalin teria valido a pena, caso tivesse resultado na revolução mundial. Ignatieff replicou essa afirmação com a seguinte pergunta: “Então a morte de 15,20 milhões de pessoas estaria justificada caso fizesse nascer o amanhã radiante?” Hobsbawm respondeu com uma só palavra: “Sim”.

O comunismo, então, só existe na imaginação dos homens que se negam a aceitar a história como ela é, e é por isso que o comunismo é intrinsecamente perverso, como bem disse o Papa Pio XI, pois a história é o plano de Deus para nos salvar; negando-se isso, como pode-se reconhecer a realidade sobrenatural da vida da graça à qual todo homem é chamado?  Sem isso, só nos resta o materialismo de uma vida sem fé, sem esperança e sem caridade. Assim sendo, o comunismo só pode ter  por adversário, não o capitalismo (do qual ele se apropria para se apresentar como a antítese e assim enganar os incautos que sonham com a felicidade neste mundo, oferecendo-lhes o fausto dos bens terrenos que o capitalismo demo-liberal lhes nega), mas o catolicismo, pois o católico compreende a vida pelos Mistérios divinos que Deus mesmo revelou, ou seja, a Redenção do homem pelo sangue de Cristo, pelo qual podemos ser merecedores da vida sobrenatural já neste mundo, enquanto nos unimos com nosso Salvador crucificado, através dos sofrimentos desta vida, aceitando-os com resignação e suportando-os  no presente, mas com o olhar fixo no Céu, nossa verdadeira pátria no futuro. Sim, para o católico, o comunismo não passa da velha fábula de satanás: “Sereis como deuses”.

 

 

Prof. Carlos Bezerra

Dom Viganò

 

  1. Exa. Revma. Dom Carlo Maria Viganò acaba de escrever um texto onde afirma com coragem que os males dos quais sofre a Igreja têm por causa o Concílio Vaticano II; mais ainda: que esses males vêm de uma igreja distinta da Igreja Católica. “É inegável, diz ele, que a partir do Vaticano II se formou uma igreja paralela, sobreposta e diametralmente oposta à verdadeira Igreja de Cristo.” Ele afirma, além disso, que o ideal dessa nova igreja é instituir uma religião universal segundo as aspirações dos ideais maçônicos.

Nada mais mortal para a Igreja do que esses assaltos conduzidos há séculos contra Ela para investi-la desde seu interior, como havia predito Leão XIII em seu exorcismo de São Miguel, em sua primeira edição:

“Onde foi estabelecida a sede do bem-aventurado Pedro e a Cátedra da verdade, aí eles puseram o trono de sua abominação na impiedade, de modo que feridos os pastores, o rebanho possa ser disperso.” (Cf. texto original publicado em 1903).

Os inimigos conceberam um ecumenismo que seria a formação de uma religião universal, “triunfo do plano maçônico em preparação para o reino do anticristo”, como diz Dom Viganò.

“Sabemos muito bem, escreve ainda o prelado, que o objetivo dessas iniciativas ecumênicas e inter-religiosas não é converter ao Cristo aqueles que estão longe da única Igreja, mas enganar e corromper aqueles que ainda conservam a Fé Católica, conduzindo-os a considerar como desejável uma grande religião universal que una em ‘uma só casa’ as três grandes religiões abraâmicas.

Seguindo os Papas antiliberais, Dom Lefebvre e Dom Antônio de Castro Mayer combateram o ecumenismo, erro central do Concílio Vaticano II. De Pio VI a Pio XII os erros modernos foram repetidas vezes condenados, mas os liberais que triunfaram no Concílio graças ao apoio dos Papas João XIII e Paulo VI procuraram impô-lo a toda a Igreja.

O mérito de Dom Viganò consiste em ter denunciado o plano dos inimigos da Fé Católica e tê-lo feito com boa fundamentação doutrinal.

Ele teve a humildade de reconhecer que outrora se havia enganado a respeito do Concílio, da hermenêutica da continuidade e da conduta que se deve ter em relação àqueles que se servem de seus cargos para destruir a Igreja, fazendo da obediência uma arma contra a obediência devida a Deus e à Igreja.

Possa ele levar a bom termo o seu combate e concorrer para a vitória final do Imaculado Coração de Maria.

 

Nova Friburgo, 24 de junho de 2020, Natividade de São João Batista

 

+ Tomás de Aquino, OSB

 

 

“Tu que descanso buscas com cuidado,
Neste mar do mundo tempestuoso
Não espere de achar nenhum repouso,
Senão em Cristo Jesus Crucificado.”

Camões

 

Nota do Celeireiro

 

Apesar da crise econômica pela qual tem passado não apenas o Brasil, mas todo o mundo, nossos benfeitores não deixaram de contribuir generosamente conosco.

Nossa escolinha, o Colégio São Bento e Santa Escolástica, continua a funcionar com as aulas “online”. Conseguimos também terminar uma nova ala de celas e estamos reformando uma outra.

Gostaríamos de agradecer a todos os nossos benfeitores, assegurando-lhes nossas orações. Que Deus os recompense em dobro.

 

Ir. Celeireiro

 

Para nos ajudar

 

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Arsenius • 15 de julho de 2020


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